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26 de out. de 2011

Melhoramos a cada Curso!

Nosso banco de questões e dicas é alimentado por nossos alunos, cada curso que ministramos crescemos juntos com nossos alunos, no início a maior parte dos nossos alunos passava com porcentagem entre 80% e 85%, atualmente, a maior parte dos Feedbacks que recebemos são de avaliações superiores a 90% na CPA 10.

Abaixo o último feedback recebido via facebook.




Obrigado a todos os alunos que vem colaborando com dicas pós-prova, crescemos juntos com vocês!

21 de out. de 2011

Novos Cursos Gratuitos da XP - Preparatórios para ANCORD

Olá Pessoal,

Em primeira mão para vocês as datas para os próximos cursos rápidos preparatórios para a prova da ANCORD (necessária para conseguir uma autorização da CVM para atuar como agente autônomo de investimentos) oferecido gratuitamente pela XP (http://www.xpi.com.br/), quem tiver interesse, sugiro visitar o site http://www.seunegociosemlimites.com.br/

Abaixo as datas:

São Paulo (XP - Av. Faria Lima) - 04 e 11 (Dezembro/2011)
Belo Horizonte -10 (Dezembro/2011)
Rio de Janeiro (XP - Barra) - 17 (Dezembro/2011)

19 de out. de 2011

Lattes

Link para Currículo no Sistema de Currículos Lattes:

http://lattes.cnpq.br/5024375317719927

16 de out. de 2011

Meta de Inflação

Para quem está estudando para Certificações Financeiras ou simplesmente quer entender um pouco mais sobre Macroeconomia:

Meta de Inflação

A política monetária brasileira tem como meta principal o controle da inflação. Isso significa dizer que entre crescer e gerar mais empregos ou controlar a inflação, o Brasil vai ficar com a segunda opção.

A meta de inflação brasileira é definida com antecedência de dois anos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). O CMN é composto por três membros: Ministro da Fazenda, Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão e pelo Presidente do Banco Central

O índice de inflação utilizado como referência para a meta é o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Abaixo quadro com metas de inflação definidas entre o período 1999-2010, PIB e a inflação efetiva do período, no quadro consta também a meta de 2011 e uma previsão para o PIB do mesmo ano. Para os anos de 2012 e 2013 a meta foi mantida em 4,5% com espaço para + ou - 2% (min.=2,5%  e máx.=6,5%).

Será que conseguiremos cumprir a meta em 2011?




11 de out. de 2011

Novo Curso de CPA 10

Novo Curso de CPA 10

Informações: 81-8763.9425































Dias: As aulas serão divididas em 4 sábados (15/10, 22/10, 29/10 e 06/11).
Horário: 08h30-14h30 
Valor: R$ 295,00 (Divididos em até 3x no cheque ou cartão de crédito).
Contato: Dorotéia - 8614.8679 / 9605.8866  - certificacaofinanceira@gmail.com

6 de out. de 2011

O que é Taxa de Performance?

Alguns fundos de investimento além da taxa de administração, cobra também do investidor uma taxa com base na rentabilidade do fundo, chamada de taxa de performance.

A taxa de performance refere-se ao desempenho do fundo em relação ao seu referencial, caso ele supere o desempenho do seu Benchmark, uma parte do rendimento será do administrador do fundo (Banco, Corretora ou Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários).

Exemplo: Um fundo de ações cobra uma taxa de performance de 20%, e tem como Benchmark o IBOVESPA. Ao longo de um semestre o IBOVESPA rendeu 12% e o fundo de ações 22%.  O fundo superou o seu benchmark em 10%, o fundo então receberá 20% desse percentual, ou seja, receberá 2% (20% de 10%) como remuneração pela taxa de performance.

A idéia da taxa de performance é remunerar o fundo pelo seu desempenho, diferente da taxa de administração que incide sobre o patrimônio do fundo e assim remunera o administrador nos momentos de ganho e perda do fundo. Lembramos que os fundos que cobram taxa de performance, cobram também as taxas de administração, sendo remunerado então até duas vezes.

A taxa de performance é aplicada apenas em fundos de gestão ativa, aqueles que tem como objetivo superar o seu benchmark.

Nem todo fundo pode cobrar taxa de performance, segundo a classificação da CVM, os fundos de curto prazo, referenciados e os renda fixa de curto prazo não podem cobrar essa taxa de investidores comuns (não qualificados). Podem cobrar taxa de performance os fundos de renda fixa de longo prazo, os fundos cambiais, os fundos da dívida externa e os fundos multimercados (desde que esteja em seu regulamento).

Algumas regrinhas para cobrança da taxa de performance:

- O benchmark deve está de acordo com o objetivo de fundo.
* Fundo de Ações, por exemplo, tem que usar índice de ações como benchmark, não pode usar taxa de câmbio ou taxas de juros para "performar".

- Deve ser cobrada em ciclos mínimos de 6 meses.
* Ou seja, não pode ser cobrada mensalmente, bimestralmente, etc. Somente semestralmente, anualmente ou periodicidades maiores.

- O fundo deve usar 100% do benchmark.
* Usar 80% do benchmark seria fácil né? Imagina um fundo que tem a 80% da taxa DI como benchmark, mesmo ele ficando abaixo, com por exemplo 90% da taxa DI ele iria cobrar a taxa de performance, isso não pode!

- Se ele "perdeu" para o benchmark em períodos anteriores, ele vai ter que devolver a diferença para só então poder cobrar a taxa de performance, esse conceito se chama "Linha D'água". Imagine como seria fácil para um fundo de alto risco ganhar do benchmark em determinado semestre, ele se arriscaria muito, perderia, perderia, quando ganhasse cobraria a taxa de performance, não seria justo? Para cobrar o fundo precisa ter ganhos consistentes.

Por fim uma crítica a taxa de performance: os ganhos e perdas dos investidores e dos administradores/gestores são assimétricos: se o fundo ganhar, o investidor ganha e o administrador/gestor também ganha, se perder, só que perde são os investidores. Isso vai encorajar os administradores/gestores a se arriscar mais, uma vez que no máximo eles vão deixar de ganhar.